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A Nature (www.nature.com) é uma revista internacional sobre ciência com edições semanais, disponibilizada sempre nas quintas-feiras. Apesar de ser uma revista de acesso restrito a Nature sempre lança coletâneas de artigos sobre os mais variados temas que são de livre acesso, algumas até podem ser enviadas para o leitor via correios de forma gratuita. As coletâneas podem ser encontradas no seguinte endereço: http://www.nature.com/nature/archive/supplements.html
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O desenvolvimento de modelos in vitro que conseguem imitar propriedades estruturais, mecânicas, de absorção e de trasnporte e propriedades fisiopatológicas do instestino humano juntamente com a flora intestinal poderia acelerar o desenvolvimento de fármacos e reduzir o uso de animais na realização de testes de toxidade. Um dispositivo do tamanho de uma moeda criado por Hyun Jung Kim et al. (Lab Chip, 2012, Advance Article DOI: 10.1039/C2LC40074J ) consegue imitar algumas propriedades do intestino humano como movimentos peristálticos e suporte ao desenvolvimento de micróbios. O dispositivo chamado pelo autores de ‘human gut-on-a-chip’ é composto de dois canais microfluídicos separados por uma membrana porosa e flexível coberta com matriz extracelular (ECM) e revestida com células epiteliais do intestino (veja a figura abaixo).  Nature 483, 376 (22 March 2012) O microambiente do intestino é recriado pelo fluxo dos fluidos a uma pequena taxa, produzindo uma tensão de cisalhamento baixa ao longo dos microcanais, e exercendo pressão cíclica, que imita os movimentos peristálticos. Em resposta, as células epiteliais formam dobras similares a protusões "finger-like" (vilosidades) que revestem a parede interna do intestino humano. Além disso, um micróbio intestinal (Lactobacillus rhamnosusGG) pode ser co-cultivado com sucesso no chip por longos períodos (>1 semana) sem comprometer a viabilidade das células epiteliais. Assim, este "gut-on-a-chip" recapitula múltiplas dinâmicas físicas e características funcionais do intestino humano que são críticas para a sua função dentro de um ambiente controlado de microfluídica e é favorável aos estudos de transporte, absorção e de toxicidade. Portanto o dispositivo é de grande valor para testes de drogas, bem como o desenvolvimento de novos modelos de doenças intestinais.  Lab Chip, 2012, Advance Article OI: 10.1039/C2LC40074J
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Se você precisar de utilizar mais memória RAM para programas feitos em FORTRAN (INTEL), faça: ifort -mcmodel=???? programa.f90, onde ??? tem como opções: "small", "medium" e "large". Depende de quanto da memória RAM pretende usar.
Se o processador for intel, deve usar também como opção -shared-intel.
A opção de liberar mais memória RAM serve somente para a arquitetura 64bits.
Acredito que as mesmas opções sirvam para o C++ da intel.
Keywords: RAM, FORTRAN, LINUX
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Um dos problemas ao se escrever em um arquivo de saída no FORTRAN é o número limitado de colunas (80) por linha. Sendo assim, sem formatação, não conseguiremos escrever por exemplo em única linha de um arquivo de saída um vertor "A" cujos elementos ocupem mais de 80 colunas.
Para aumentar o número de colunas do arquivo de saída basta usar algumas opções de formatação, como por exemplo:
write(1,'(<N>I5)') A(1:N)
Neste exemplo estamos escrevendo em uma única linha da unidade "1" (arquivo de saída) "N" elementos do vetor "A" do tipo "I5". Neste exemplo cada linha do arquivo de saída teria Nx5 colunas, que pode ter como resultado um número maior ou menor do que 80.
Obs: Foi usado o FORTRAN da intel
Key words: Linux, FORTRAN, write, format.
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Um grupo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA) liderado por William Beltran e Gustavo Aguirre publicou resultados de uma pesquisa sobre uma doença que leva a cegueira, conhecida como retinitis pigmentosa (Proc. Natl Acad. Sci. USA http://dx.doi.org/10.1073/pnas.1118847109 (2012)). A doença é causada por um defeito no gene RPGR . Os cientistas americanos estudando a doença em cães utilizando uma técnica chamada gene terapia conseguiram melhorar consideravelmente (3 a 4 vezes) a visão em 75% dos cães estudados. A técnica consiste em injetar nos olhos dos cães vírus geneticamente modificados para o gene RPGR. Com isto houve o reestabelecimento da estrutura fotoreceptora da retina. O estudo cria uma perspectiva de aplicação em humanos, dizem os pesquisadores.
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